TRATAMENTO MINIMAMENTE INVASIVO DA HÉRNIA DE DISCO POR ENDOSCOPIA

A hérnia de disco é uma das doenças que mais aflige o ser humano e é causa de muito sofrimento, perda da qualidade de vida e de dias de trabalho. A cirurgia convencional para a hérnia de disco frequentemente exige cortes na pele, retirada de parte de ossos da coluna e fixação com parafusos, realizados sob anestesia geral.

Se você não está convencido que precisa ser operado ou se sente inseguro em fazer uma cirurgia convencional, o tratamento por via endoscópica da hérnia de disco pode ser uma opção.

A coluna vertebral é formada por várias vértebras, umas sobre as outras, separadas por um coxim amortecedor, o disco intervertebral.

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As cirurgias realizadas no abdome como a retirada do apêndice, do útero ou da vesícula eram tradicionalmente realizadas através de um longo corte feito na barriga. É possível que você se lembre de ter visitado um parente ou amigo, após a realização de alguma destas cirurgias. Naquela época, isso significava anestesia geral com muita náusea e vômitos, dores, dieta muito restrita e internação prolongada para se recuperar.

A década de 90 viu no Brasil o surgimento da cirurgia endoscópica na barrica, chamada de cirurgia laparoscópica.

A cirurgia laparoscópica se caracteriza por poder ser feita com o uso de instrumentos finos e uma câmera que entram na barriga por meio de pequenas incisões. O resultado disto foi que o pós-operatório era muito menos traumático, sendo que frequentemente os pacientes recebem alta no dia seguinte. Hoje em dia, quando você recebe a notícia de que algum conhecido foi operado, ele já recebeu alta.

Mais tarde, este mesmo conceito chegou às cirurgias de coluna vertebral, em particular, às cirurgias de hérnia de disco.

A hérnia de disco se localiza muito profundamente no corpo hu-mano e para o cirurgião chegar até lá, é preciso cortar e afastar além da pele, os músculos, para se expor a coluna vertebral. Este corte e afasta-mento dos músculos é uma importante causa de dor que ocorre após a cirurgia convencional. Após a exposição da coluna vertebral, ainda é pre-ciso que se corte uma pequena parte do osso, para finalmente se expor a medula, afastá-la e finalmente se chegar à hérnia de disco.

Devido a este afastamento da musculatura e retirada de parte do osso da vértebra da coluna, após a retirada da hérnia é preciso se fixar a coluna vertebral por meio da colocação de parafusos, normalmente 4 parafusos pelo menos. Na cirurgia convencional existe uma instabilidade entre uma vértebra e outra (isto é, uma vértebra fica meio solta em relação a outra), sendo necessário se corrigir este jogo.

Em alguns casos o paciente apresenta dor semelhante ou pior após a realização da cirurgia. Isso ocorre por diversos motivos, sendo o desen-volvimento de fibrose no local da cirurgia um deles. Isto é chamado de síndrome pós-laminectomia (laminectomia é a parte da cirurgia na qual há retirada de osso), sendo de difícil tratamento. Você deve conhecer ou ouviu falar de alguém que operou a coluna e ficou pior do que antes da cirurgia.

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Finalmente, a evolução tecnológica permitiu o desenvolvimento de in-strumentos cirúrgicos e câmeras de alta resolução suficientemente pe-quenas e finas para entrar na coluna vertebral. Surgia a cirurgia min-imamente invasiva da hérnia de disco por endoscopia.

Com esta técnica, ao invés de cortar e afastar a musculatura que recobre a coluna, esta é afastada o suficiente para a passagem do en-doscópio, por meio de uma incisão muito pequena. A ponta do en-doscópio é guiada por meio de um aparelho de raios-X, chamado radi-oscopia, que permite visualizar a movimentação dos instrumentos em tempo real.

E ao invés de retirar parte do osso da vértebra, é feito um pequeno ori-fício, o suficiente para a passagem do endoscópio. Como o dano à mus-culatura e à estrutura óssea é muito menor, não é preciso fixar a coluna com parafusos.

O endoscópio possui um canal para a passagem dos instrumentos cirúrgicos especiais (“Channel for tools” na figura) que permite a res-secção da hérnia.

Em comparação com a cirurgia convencional, o procedimento en-doscópico é menos agressivo, é feito através de uma incisão menor, tem menor chance de infecção e o melhor de tudo, não necessita de anestesia geral, podendo ser feita com uma sedação. Por estes motivos os pacientes tem menor dor depois da cirurgia e podem retornar ao tra-balho mais rápido

Entretanto, esta técnica não pode ser utilizada em qualquer caso. O tipo de sintoma apresentado pelo paciente pode exigir outro tipo de pro-cedimento.

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Dr. Joel Teixeira e Dr. Flávio Miura são médicos formados e pós-graduados (mestrado, doutorado e pós-doutorado) pela Faculdade de Medicina da USP e pos-suem Residência Médica e Título de Especialista em Neurocirurgia pelo Hospital das Clínicas.

Dr. Joel Teixeira ainda realizou aperfeiçoamento em cirurgia endoscópica na Uni-versidade de Munique, Alemanha (Ludwig-Maximilians – Universität München)



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